A resposta curta é: sou eu. Não terceirizo isso, e não coloco no site peça que eu não tenha aberto e conferido com a bolsa na mão.
O que eu faço com cada bolsa
- Confiro a procedência antes de aceitarQuem me traz a peça, de onde ela veio e o que ainda existe de documentação. Bolsa sem história plausível eu não pego.
- Serial, datecode e cartãoConfiro o número, onde ele está aplicado e se bate com o modelo e com o ano. Cartão de autenticidade sozinho não prova nada — cartão se falsifica mais fácil do que bolsa.
- Costura, ferragem e forroAlinhamento e contagem dos pontos, peso e acabamento da ferragem, gravação do fecho, e o forro por dentro. É onde a cópia boa erra.
- Couro e estruturaGrão, maleabilidade, cantos e quinas — que é onde a bolsa entrega a idade real dela, não o anúncio.
- Fotografo o que está bom e o que não estáO defeito vai para a foto e para o texto. Se tem uma ondulação na aba, ela está na página.
- Escrevo o laudo e listo o que faltaO que acompanha aparece com ✓ e o que não acompanha fica na lista, riscado. É o que faz os ✓ valerem alguma coisa.
Por que isso fica no site e não no Direct
Porque a garantia precisa ser verificável antes de você me chamar. Se eu só respondesse "é original, confia" no WhatsApp, você estaria comprando a minha palavra sem ter como conferir nada.
Cada peça leva o carimbo com a data em que eu conferi, e o laudo é escrito por mim, peça a peça — não é texto padrão colado em todas.
E se a peça não for o que eu disse?
Você me devolve e eu devolvo o valor. Vale para autenticidade e vale para estado de conservação: se chegou diferente do que está escrito na página, o erro é meu.